Um emulador executa um Android real: imagem de sistema completa, máquina virtual, aceleração de hardware. É a única maneira de reproduzir um bug do WebView, testar um aplicativo nativo ou uma versão antiga do Chrome. Também são vários gigabytes para baixar e um minuto para iniciar, e ele não abre no meio de uma sessão de integração.
Um simulador, por outro lado, não executa nenhum sistema: ele reproduz as condições de exibição de um dispositivo no navegador que você já abriu. É isso que o Mobile FIRST faz para 31 modelos de 9 fabricantes, com seu viewport, densidade, User-Agent e eventos táteis, no Windows, macOS ou Linux.
O modo responsivo do DevTools redimensiona a janela e altera o User-Agent. É uma ferramenta de inspeção: sem moldura de dispositivo, uma tela de cada vez, e nada para mostrar a um cliente. A depuração remota por USB, por outro lado, é perfeitamente fiel — mas cobre apenas o modelo que você tem na mesa.
O limite da simulação é sempre o mesmo, e é melhor conhecê-lo: o motor de renderização continua sendo o do seu navegador. Ela cobre o layout, os pontos de ruptura, a densidade e o comportamento tátil; para um comportamento específico do WebView de um fabricante, um dispositivo real ou um emulador ainda são necessários.